como calar a voz, o corpo, a vida,
se tudo que bate no meu peito
é assombroso e vibra?
como inventar caminhos,
tecer estratégias,
se o desejo, a pele, a angústia,
que são meus são teus?
um dia eu paro de escrever poemas.
por ora faço assim:
digo mentiras.
silvia chueire
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