segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

dorme

dorme entre os dedos
a rosa viva
no meio da noite
e os lábios dizem
a palavra impossível
lâmina em meio ao delírio.

no escuro os olhos cantam
uma canção liberta
o corpo desorientado
sabe apenas ser corpo

uma harpa estremece,
embala os cabelos
a irem e virem
e um nome improvável.


silvia chueire

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