domingo, 20 de janeiro de 2008

nada fica no tempo

nada fica no tempo
nem a memória do riso
a sacudir-me de puro prazer
quando me falas
nem o absoluto estremecer
do meu corpo
quando me beijas

nada fica

mas enquanto estão aqui
são a razão e o sentido
de tudo


silvia chueire

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