
Hoje
Minha dor morreu hoje.
Enterrei-a na curva mais suave da figueira.
Não mais verá a luz,
a minha dor em lágrimas.
Nunca mais verá a lua,
o quarto crescente
a iluminar-me a voz.
Silvia Chueire
Se os dias, as palavras, os afetos a subirem-me pela face forem generosos e o meu olhar agudo,talvez escreva um poema, um conto. Por ora são anotações esparsas. In the meadow. Ao som do mar.
Sábados Há sábados que são uma gargalhada, uma exaltação do corpo, dos afetos. Há sábados a voar por aí que nos pertencem de...
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